Nesta terça- feira (9), o secretário-presidente do Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental de Maceió (Iplam), Alessandro Lemos, participou de uma audiência pública na Câmara Municipal que debateu o ordenamento urbano e ambiental do Litoral Norte da cidade.

A iniciativa reuniu representantes do poder público, órgãos, entidades da sociedade civil e especialistas ligados à temática. A audiência foi proposta pelo vereador Alan Pierre e teve como foco a discussão sobre o trecho compreendido entre Lagoa da Anta e o bairro de Ipioca, região que vem passando por um processo de transformação urbana e que ocupa um papel significativo no planejamento do município.

Na audiência, o secretário do Iplam pontuou que a proposta do Plano Diretor Participativo de Maceió foi construída a partir de estudos técnicos e do diálogo com diversos órgãos e instituições, buscando conciliar desenvolvimento urbano e preservação ambiental.

Alessandro Lemos também destacou que algumas preocupações apresentadas durante os debates, especialmente relacionados à mobilidade urbana, e ao ordenamento da ocupação do litoral Norte, foram contempladas na proposta encaminhada pelo Iplam e que está em tramitação na Câmara Municipal.

“São pontuações legítimas e que foram consideradas durante a elaboração do Plano Diretor. A proposta busca justamente estabelecer uma relação harmoniosa entre o desenvolvimento imobiliário e a preservação ambiental”, informou Alessandro Lemos.

Na audiência, o secretário ressaltou que o litoral Norte demanda um planejamento integrado, que contemple não apenas o fluxo de veículos, mas também a circulação de pedestres, a ocupação dos espaços públicos e a qualidade do ambiente urbano.

Alessandro Lemos ainda reforçou que o Iplam seguirá contribuindo tecnicamente com os debates conduzidas pela Câmara Municipal. “Continuaremos oferecendo todo o suporte técnico necessário para que o debate avance de forma adequada, incorporando as contribuições da sociedade e dos órgãos envolvidos, para que possamos chegar a um instrumento que represente os interesses coletivos e o futuro de Maceió”, concluiu.