Ações para o enfrentamento ao crime organizado, a melhoria na segurança do cidadão brasileiro, o enfrentamento da corrupção e a relação entre Poderes foram alguns dos pontos de destaque da participação do candidato a vice-presidente da República, Alfredo Gaspar (PL), durante o “Encontro com os Presidenciáveis”, realizado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), em Brasília.
O evento contou com a participação das entidades que fizeram perguntas de temas fundamentais para o desenvolvimento do país, entre elas, a segurança pública. Enfático, Alfredo Gaspar afirmou que, a partir de janeiro de 2027, o Brasil vai fazer o enfrentamento do crime com altivez, e bandido vai ter tratamento duro. “Nós temos hoje 50 milhões de brasileiros vivendo em territórios dominados pelo crime organizado. Enquanto o presidente atual está discutindo soberania com países a cinco mil, dez mil quilômetros, nós estamos perdendo a soberania aqui dentro do Brasil para o crime organizado. Então, o combate ao crime organizado é prioridade para o presidente Flávio Bolsonaro”, afirmou.
Ele também citou a corrupção que chegou ao gabinete da Presidência da República, envolvendo assessores muito próximos ao presidente Lula, e, da mesma forma, afirmou que, no governo do presidente Flávio Bolsonaro, esta prática será enfrentada com a seriedade que merece, doendo a quem doer.
“Quando nós fizemos o relatório da CPMI do INSS, nós apontamos Lulinha e Roberta Luchsinger como traficantes de influência e corruptos. Levou seis meses para a Polícia Federal descobrir o que nós descobrimos lá atrás. Mas foi um pouco além, porque retiraram de nós o sigilo que foi afastado de Roberta e Lulinha. Neste sigilo, quem estava ajudando essa quadrilha eram dois integrantes do Gabinete Presidencial. Swedenberger Barbosa, que foi o intermediário do Ministério da Saúde, juntamente com o outro que é o Marcola. Marcola foi afastado, Swedenberger, se não me falha a memória, ainda continua lá. O Gabinete Presidencial está sujo com a corrupção”, disparou o candidato.
Sobre a relação entre os Três Poderes, Alfredo Gaspar disse que é prioridade do futuro presidente Flávio Bolsonaro criar uma relação verdadeiramente de harmonia, ao contrário do que ocorre hoje, em que um Poder se sobrepõe sobre o outro, especialmente quando falamos do Poder Judiciário.
“Estamos numa república em que o Supremo manda fazer uma busca dentro da casa de um presidente, atrás de um cartão de vacina, para buscar uma arma que estava sob posse da Polícia Federal, e o ministro sabia disso. Enquanto, no Dia dos Pais, os filhos não podem ver o ex-presidente, milhares de criminosos tiveram o direito de sair para visitar os seus pais. Um ministro do Supremo Tribunal Federal que a esposa fez um contrato de R$ 129 milhões, um ministro do Supremo Tribunal Federal que fez uma reunião entre o chefe do Executivo e o presidente do Congresso para fazerem as pazes e tomar um cafezinho. Isso não existe num mundo civilizado e democrático”, lembrou Gaspar.
O evento teve também a participação do senador Rogério Marinho (PL), que, junto com Alfredo Gaspar, representou o candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL), no encontro realizado em Brasília. Todos os candidatos à Presidência foram convidados.
