Para lembrar da importância do mês de enfrentamento à violência contra a mulher, Agosto Lilás, a Diretoria de Proteção Básica da Secretaria de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar de Maceió (Semdes) realizou uma atividade com as servidoras para abordar o tema, na manhã desta quinta-feira (20).

Segundo a diretora de Proteção Básica, Josilene Soares, a iniciativa foi pensada para trazer reflexão e conscientização sobre esse tema tão importante, que deve sempre ser relembrado diariamente, que é o combate à violência contra a mulher.

Peça sobre combate a violência contra mulher. Foto: Ascom Semdes
Peça sobre combate a violência contra mulher. Foto: Ascom Semdes

E para abordar a temática de forma lúdica, o coordenador do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Semdes, Alderir Souza, e o professor de teatro do Serviço, Abimael Melo, encenaram uma peça sobre o combate à violência contra a mulher. A ação também distribuiu material informativo para as servidoras.

A assistente social da Semdes, Cammylla Marques, explicou o que é o Agosto Lilás, e destacou a importância da Lei Maria de Penha, os tipos de violência e as políticas públicas disponíveis para mulheres no município de Maceió.

“A Assistência Social tem à disposição o Abrigo Viva Vida, que oferece apoio para mulheres que tenham sofrido violência doméstica e familiar, e que não tenham possibilidade de ficar num local seguro. E a Secretaria Municipal da Mulher tem uma variedade de programas disponíveis para mulheres que necessitem de apoio”, pontuou.

Agosto Lilás

O mês de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres tem como objetivo dar visibilidade ao tema e ampliar a divulgação sobre os direitos das mulheres em situação de violência, além dos serviços especializados para acolhimento, orientação e denúncia.

Como denunciar

Por meio do Disque 180, a mulher receberá apoio e orientações sobre os próximos passos para resolver o problema. A denúncia é distribuída para uma entidade local, como as Delegacias de Defesa da Mulher.

O órgão encaminhará a vítima para outros equipamentos de atendimento e acolhimento e dará suporte, desde o acesso à Justiça até o acolhimento e o abrigo sigiloso, caso haja necessidade, conforme determinado pela Lei Maria da Penha.

Quando não houver uma delegacia especializada para esse atendimento na região onde ocorreu o fato, a vítima pode procurar uma delegacia comum, onde deverá ter prioridade no atendimento.

Se estiver diante de uma situação de flagrante de ameaça ou agressão, a vítima também pode ligar para o 190 ou dirigir-se a uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde receberá orientação para ser encaminhada às entidades competentes.