O Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou nesta terça-feira (29) a candidatura do vice-presidente Geraldo Alckmin para disputar novamente a Vice-Presidência da República na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.

A oficialização ocorreu durante a convenção nacional da legenda, que reuniu dirigentes partidários, parlamentares, ministros e lideranças políticas. A decisão foi aprovada pelos delegados do partido, consolidando a aliança entre PT e PSB para a disputa eleitoral deste ano.

Em discurso durante o evento, dirigentes do PSB destacaram que a manutenção da chapa representa a continuidade da parceria firmada nas eleições de 2022. A legenda também reforçou o compromisso com a defesa da democracia, do desenvolvimento econômico e da estabilidade institucional.

Geraldo Alckmin afirmou que recebe a indicação com responsabilidade e ressaltou a importância da união entre os partidos da base governista para enfrentar os desafios do país. Segundo ele, a prioridade é dar continuidade às políticas públicas implementadas pelo governo federal e ampliar investimentos em áreas estratégicas, como geração de empregos, indústria, infraestrutura e programas sociais.

Lula, que busca um novo mandato à frente da Presidência da República, deverá ter sua candidatura homologada pelo Partido dos Trabalhadores durante a convenção nacional da legenda, prevista dentro do calendário eleitoral estabelecido pela Justiça Eleitoral.

A aliança entre PT e PSB reedita a composição vencedora das eleições de 2022, quando Lula e Alckmin derrotaram a chapa adversária no segundo turno e assumiram o comando do Palácio do Planalto em janeiro de 2023. Desde então, Alckmin também exerce o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, acumulando a função de vice-presidente da República.

Com a homologação do PSB, a chapa governista avança para o início oficial da campanha eleitoral, que seguirá o calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com foco na busca pela reeleição nas eleições presidenciais de outubro.